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quarta-feira, 25 de junho de 2014

BUDISMO E PSICANÁLISE: IMPERMANÊNCIA E INCONSCIENTE

A busca pelo conhecimento de si e a abordagem holística do ser humano e do mundo são apenas alguns dos aspectos comuns entre psicanálise e budismo A busca pelo conhecimento de si e a abordagem holística do ser humano e do mundo são apenas alguns dos aspectos comuns entre psicanálise e budismo Que pode haver em comum entre uma tradição religiosa de 25 séculos nascida na Índia uma sociedade de castas altamente hierarquizada e marcada pela visão holística do mundo e uma prática clínica inventada na Europa há pouco mais de 100 anos, surgida como expressão de uma cultura laica, racional e individualista? Se prestarmos atenção aos percursos históricos, aos vocabulários, a práticas e rituais e a certos objetivos específicos desses dois campos, podemos ver budismo e psicanálise como universos muito distintos: de um lado espiritualidade, contemplação e desapego ao eu, de outro teorias leigas, dispositivos clínicos e uma prática voltada para a ampliação da capacidade normativa do sujeito. No entanto, um olhar mais atento perceberá que por trás das aparentes diferenças há algumas afinidades muito importantes. Podemos citar pelo menos quatro. O ponto de partida na experiência: tanto o budismo quanto a psicanálise partem da descrição e compreensão da experiência para desvelar a Natureza , o funcionamento do eu e para encontrar formas mais interessantes de lidar com os problemas. Aí se percebe um colorido fenomenológico comum a ambas as tradições porque seu centro (o que está sempre em questão, sendo observado e descrito) não é uma suposta natureza objetiva, acabada e independente é a experiência de si, do mundo, das relações com os outros, o modo como vivenciamos e interagimos com esses fenômenos. A ênfase na ação: embora tenham produzido teorias complexas e arquiteturas conceituais muito sofisticadas, budismo e psicanálise são fundamentalmente saberes ligados a práticas, formas de intervir na existência. Tal como a filosofia era vista na Antigüidade, budismo e psicanálise são hoje instrumentos para agir no mundo, mais do que para simplesmente conhecê-lo. De ambos se poderia dizer o que o filósofo francês Georges Canguilhem disse a propósito da produção de conhecimento na medicina: o pathos precede o logos. É porque sofremos que somos instados a criar formas de descrever o eu, o mundo e a vida de modo que possamos transformar nossa existência, tornando-a mais interessante e digna de ser vivida. O horizonte ético: em ambas as tradições, a reflexão teórica e as práticas delas decorrentes apontam necessariamente para uma mudança nas referências que configuram a maneira de conceber e viver a vida. O conhecimento de si está a serviço da transformação de si, voltada para a construção de uma vida mais criativa e livre de condicionamentos. Tanto no budismo quanto na psicanálise não faz sentido separar epistemologia e ética. Conhecer muito bem a história e os conceitos da doutrina de Buda não faz de ninguém budista. O que define alguém assim é a sua experiência (busca da iluminação por meio da compreensão do vazio e do cultivo da compaixão) e não os fundamentos teóricos que alguém é capaz de dominar. De modo semelhante, é possível que alguém freqüente o divã por anos a fio, a ponto de dominar o uso dos conceitos freudianos para descrever a si mesmo e suas relações com a vida sem que isso signifique que análise tenha de fato ocorrido. Esta só acontece quando tem lugar uma reorganização psíquica que testemunha uma transformação no modo como o sujeito se posiciona frente a seu desejo, a seus ideais e às expectativas e injunções que incidem sobre ele. A perspectiva ecológica: tanto o budismo como a psicanálise rompem dualidades muito típicas do modo de pensar tradicional no Ocidente, que opõe sujeito e objeto, cérebro e mente, corpo e ambiente, interno e externo, eu e outro. Na perspectiva dos herdeiros de Buda e de Freud, cérebro, mente e mundo são vistos não como realidades independentes, mas como aspectos ou pontos de vista de uma mesma realidade, descritos com vocabulários diferentes. Estão, portanto, completamente imbricados uns nos outros, interagindo e influindo reciprocamente o tempo todo. A mente ou a experiência subjetiva emerge da ação do corpo no ambiente, é inscrita corporalmente (embodied) e está ancorada (embedded) no mundo físico e simbólico com o qual sustenta uma relação de afetação recíproca permanente. Budismo e psicanálise são, portanto, incompatíveis tanto com descrições mentalistas (nas quais o corpo é mero suporte da atividade do espírito) quanto com o reducionismo materialista, no qual a experiência de si é reduzida a seus correlatos biológicos ou físicos (depressão nada mais é do que disfunção de neurotransmissores). É curioso observar como a ênfase na ação e nesta visão holística ou ecológica vem encontrando ressonância e tendo sua importância confirmada por estudos em várias áreas do conhecimento científico: investigações empíricas da psicologia do desenvolvimento, estudos sobre percepção com base nas teorias ecológicas do self, pesquisas neurocientíficas sobre a plasticidade neuronal e o impacto do ambiente na arquitetura cerebral, entre outros. Além disso, budismo e psicanálise são campos plurais que abrigam tradições, movimentos e correntes de pensamento e de prática que se diferenciaram bastante. Depois de 25 séculos de existência, o primeiro desenvolveu grande número de escolas, hoje distribuídas basicamente em três grandes linhas. A psicanálise, com seus cento e poucos anos, também se desdobrou em algumas vertentes, das quais as mais relevantes atualmente são a lacaniana, a winnicottiana e a kleiniana. Para a filosofia budista, tudo o que existe é impermanente: pessoas, objetos, experiências e sentimentos; quando mudam as causas, os fenômenos cessam AS TRÊS MARCAS DA EXISTÊNCIA Para o budismo, a análise da experiência de si, ou do eu, deve começar pela compreensão das três marcas da existência: a primeira é a impermanência (anitya), ou seja, a transitoriedade e a natureza condicionada de todos os fenômenos (do eu, dos objetos do mundo, de qualquer experiência, ou sentimento). Tudo o que existe é impermanente devido a sua natureza composta, o que significa que tudo depende de causas e condições para existir. Se essas cessarem, cessam também os fenômenos. Tudo está sujeito a aparecer e desaparecer. A ausência de substância inerente, ou de existência independente, é a segunda marca da existência (anatman), também traduzida por não-substancialidade, não-essencialidade, ou não-eu. Como temos dificuldade em lidar com a impermanência e a não-substancialidade dos fenômenos e das formas, nos agarramos a eles, acreditamos e apostamos em sua permanência e substância. Este apego é fonte de dukkha, outra marca da existência e a primeira das Quatro Nobres Verdades – pedra fundamental do budismo. Dukkha tem sido traduzido como sofrimento, mas a melhor sinônimo talvez seja insatisfatoriedade. A existência é inevitavelmente experimentada de forma alternada como boa ou má, feliz ou triste, promissora ou decepcionante. Tanto na alegria como na felicidade se encontram fontes de possíveis tristezas e dores (a perda de um ser querido, o fim de um amor). A experiência cíclica de satisfação e insatisfatoriedade é inevitável, já que desejos e anseios surgem naturalmente como decorrência do contato dos sentidos com o mundo ao redor. Este movimento (trishna, que significa sede, ânsia) compõe a segunda das Nobres Verdades (a causa da insatisfação), que é sucedida pelas duas outras Nobres Verdades: a percepção de que é possível superar o ciclo de sofrimento cíclico, e a compreensão do meio para alcançar esta liberação: o Caminho Óctuplo. Com base nestas noções fica claro que para o budismo o eu, como todos os fenômenos, não tem substância, é uma combinação de vários elementos e tem uma natureza condicionada, sem essência e mutável. Trata-se de uma experiência em movimento, não uma entidade independente. Resulta da articulação de cinco elementos, os chamados cinco skandhas (amontoado, pilha, coleção): a forma (materialidade física do corpo), as sensações (causadas pelo contato com o mundo, ao qual não somos neutros), as percepções (discriminações decorrentes desses contatos), as formações mentais (disposições, conceituações, tendências da ação) e a consciência. Os skandhas são fluxos da existência que, uma vez articulados, produzem a experiência de si. Embora descritos separadamente, eles são na verdade um mesmo movimento, ou partes de um processo em curso. O eu, portanto, é vazio de essência própria. Aquilo que percebemos e veiculamos como personalidade, idiossincrasias, identidade e compulsões são na realidade efeitos da combinação desses agregados. É por causa de nossa ignorância (avídya, não-visão) sobre a natureza condicionada dos fenômenos que somos levados a atribuir solidez e permanência ao eu e a suas propriedades. “Estudar o budismo é estudar o eu; estudar o eu é esquecer-se do eu; esquecer-se do eu é reconciliar-se com todos os seres.” A frase atribuída ao grande mestre zen do século XIII Dogen condensa muitas noções centrais do budismo: seu núcleo e ponto de partida é a análise da experiência (e seu aspecto mais sensível e fundamental é a experiência de si); ao compreender sua natureza não-substancial e transitória, abrimos caminho para uma transformação da experiência, na qual já não nos submetemos cegamente às causas e aos efeitos que nos atingem incessantemente; conquistamos um grau maior de liberdade em relação aos nossos próprios condicionamentos; por fim, ao reconhecermos a interligação e interdependência de todos os fenômenos e de todos os seres, podemos nos posicionar de modo diferente em relação a eles, sendo mais livres, mais criativos e mais compassivos. Assim, conhecimento, prática e posicionamento ético se imbricam naturalmente. FICÇÃO DO EU Para Freud, o eu é uma ficção necessária à ação. Em todas as suas versões, a psicanálise se baseia no desenvolvimento complexo dessa idéia. Na descrição freudiana, o ser humano é um animal que nasce prematuramente, em condição de dependência absoluta, desde cedo busca o amparo e a proteção necessários à sobrevivência, e é instado a responder a solicitações e injunções dos meios físico, biológico e cultural. O complexo processo de constituição de um eu capaz de se reconhecer como sujeito frente aos outros começa com os primeiros movimentos e ações do bebê, passa pelo mergulho da criança no universo das significações propiciadas pelo equipamento lingüístico e pela conquista de um lugar na cadeia de gerações e na divisão dos sexos e segue por toda a vida, ao longo da interminável trajetória de construção de narrativas e identificações com as quais o indivíduo dota de sentido sua existência pessoal. A experiência de si, aos olhos da teoria freudiana, é o resultado complexo, mutante e inacabado de um equilíbrio instável entre um enorme conjunto de fatores, que vão das exigências conflitantes de instâncias internas (id, ego, superego), às difíceis mediações entre desejos inconscientes e normas sociais internalizadas, mecanismos de defesa contra a angústia, necessidades psicossomáticas e demandas produzidas culturalmente, e assim por diante. O eu da psicanálise é, portanto, fragmentado, governado por forças que não domina, uma montagem mais ou menos bem-sucedida que leva o sujeito a agir no mundo, buscar satisfações e lidar de alguma maneira com o desamparo, a angústia e o desejo. Ele é, para usar uma expressão do filósofo Daniel Dennett, um centro de gravidade: não tem substância, tudo nele deriva dos efeitos produzidos pelas interações com os outros aspectos significativos de sua história, com o ambiente natural e simbólico que o circunda, com as expectativas e desejos projetados sobre ele (mesmo antes que tivesse nascido, no desejo inconsciente dos pais). O eu é uma imagem (daquilo que vejo refletido no olhar do outro, daquilo que suponho poder causar no outro) e uma trajetória (de identificações, de configurações sintomáticas, de posicionamentos subjetivos frente aos outros) que resultam dessas interações e permitem ao sujeito projetar-se em um futuro. Freud definiu a psicanálise como uma teoria do funcionamento subjetivo, um método de investigação da vida mental e uma forma de tratamento do sofrimento psíquico. Apesar da origem médica, ele sempre recusou a subordinação de sua criação às expectativas curativas da psicologia e da medicina. Em sua abordagem da experiência subjetiva não há lugar para uma normalidade cuja restituição seria o objetivo da prática clínica. Como somos em verdade montagens, arranjos sintomáticos mais ou menos bem-sucedidos, o que o dispositivo analítico pretende não é a simples redução ou eliminação de sintomas ou do sofrimento (isto se consegue de muitas outras maneiras, de sugestão a medicamentos), mas uma ampliação da normatividade do sujeito, ou seja, de sua capacidade de se reposicionar subjetivamente, de ser mais espontâneo e criativo na vida de que desfruta, não se fixando excessivamente a imagens do eu, respostas sintomáticas ou estereotipias da ação que limitam e estreitam seu horizonte existencial. Este reposicionamento é alcançado na medida em que o dispositivo analítico oferece ao sujeito as condições para que ele se reconheça como autor de sua própria existência. Ao implicar-se no próprio sintoma que aparecia antes como um alien estranho e desconhecido a assombrá-lo, o sujeito amplia a percepção dos vários elementos e fatores que incidiram sobre seu percurso pessoal, sobre o papel de suas escolhas (conscientes ou inconscientes) na construção do eu que ele é, da vida que experimenta e do mundo que habita. Assim ele se habilita ao desprendimento de si, a ocupar sua existência com gestos mais espontâneos e menos autocentrados, mais criativos e menos auto-indulgentes. Deste ângulo, portanto, percebe-se que a psicanálise e o budismo se afirmam, por caminhos distintos, como saberes que visam a transformação da existência e como práticas que buscam a liberdade. INTERESSE RENOVADO Budismo e psicanálise ocupam posições diferentes no cenário contemporâneo. O primeiro é a religião ou prática espiritual que mais se expande no mundo, impulsionada por diversos fatores: a diáspora tibetana que espalhou mestres treinados por todo o Ocidente, o ativismo cosmopolita do Dalai Lama (a despeito do cerco promovido por autoridades chinesas), o apelo que as práticas corporais das espiritualidades asiáticas têm para culturas que privilegiam a atenção e o cuidado com o corpo, a posição não proselitista e não dogmática adotada pelos praticantes, a crítica às pretensões racionalistas da cultura ocidental etc. Nas últimas décadas o budismo tem sido também alvo do interesse de certos ramos de ponta da ciência, em especial do campo das neurociências, interessadas em explorar a enorme riqueza de observações empíricas que sustentam os conceitos budistas sobre a mente. Porém, de um modo que não chega a ser surpreendente, o sucesso acarreta também embaraços: em muitos contextos a prática budista virou moda. É chique deixar-se fotografar em posição de lótus e exibir em casa estátuas ou imagens do seu repertório iconográfico. Há 25 séculos a serviço do desapego aos objetos e ao desprendimento de si, o budismo se vê freqüentemente transformado em técnica de otimização do desempenho com vistas ao sucesso individual. O filósofo Slavoj Zizek chegou a afirmar, provocativamente, que o budismo (do mesmo modo que outras espiritualidades orientais como o taoísmo) havia se tornado a ideologia ideal para os tempos neoliberais. De qualquer modo, ele vive hoje um processo de intensa difusão na cultura ocidental, tem sido menos visto como fenômeno asiático exótico e vem dialogando cada vez mais tanto com religiões ocidentais quanto com as ciências, em especial as neurociências. A psicanálise, por sua vez, vive um momento de transição. Passada a década de 90, em que sofreu todo tipo de vaticínio sobre sua morte por obsolescência teórica e inutilidade prática, recrudesce o interesse por ela, tanto do lado das neurociências como da psicologia do desenvolvimento e as ciências da cognição. Abrem-se para a psicanálise territórios que haviam permanecido praticamente fechados durante quase todo o século passado, especialmente nos países do Leste europeu e na China. Por outro lado, um reposicionamento de seu lugar vem ocorrendo na sociedade ocidental. Se na cultura psicológica e da sentimentalidade ela ocupou papel de destaque na clínica mental e no campo social, na atual cultura somática e das sensações esse lugar está sendo disputado por outros dispositivos terapêuticos e teorias centrados no corpo e na capacidade de controlar, cognitiva ou quimicamente, disfunções e transtornos o que possui um claro efeito dessubjetivante, na medida em que tendem a desimplicar o sujeito de sua experiência. Hoje a psicanálise tornou-se um dos poucos campos nos quais os indivíduos ainda são interpelados não como meros seres biológicos ou agentes sociais, mas na condição de sujeitos. Por isso ela anda, por assim dizer, na contramão da cultura hegemônica. O que para uns pode parecer uma perda – o fascínio social de outrora se reduziu –, para outros é uma vantagem: a psicanálise retoma cada vez mais o caminho da investigação clínica, fonte mais fecunda de toda sua originalidade e interesse. O diálogo entre budismo e psicanálise jamais foi tão intenso. Nunca houve tantas oportunidades para exploração de suas afinidades e diferenças. E isso interessa não só a seus praticantes, mas a todos os que se voltam à ampliação da caixa de ferramentas (como diria Wittgenstein) para lidar com a experiência de si e suas vicissitudes. TRADIÇÕES BUDISTASÚnica remanescente das primeiras escolas, o budismo Theravada (“caminho dos anciãos”) predomina há séculos no Sri Lanka, Indonésia, Malásia e Sudeste asiático. Suas principais características são a ênfase na vida monástica, na disciplina individual em direção à iluminação e na concepção da natureza humana como obstáculo a ser ultrapassado. O budismo Mahayana (“grande veículo”) originou-se na Índia e de lá se deslocou, a partir do século II, para a China, onde encontrou o taoís-mo. Daí disseminou-se para o leste da Ásia, tendo muita força no Japão, Vietnã e Coréia do Sul. Em contraste com o ascetismo doutrinário theravada, a tradição mahayana tem uma perspectiva mais universalista e inclusiva. Sua ênfase não está na busca individual pela iluminação, mas no esforço do bodhisatva de se dedicar ao objetivo de iluminação de todos os seres. Outra diferença é a concepção mahayana segundo a qual todos os seres têm potencial para atingir a iluminação. A natureza humana não é vista como obstáculo a ser vencido: há uma “natureza búdica iluminada” na humanidade, que precisa, por assim dizer, ser reencontrada por meio do rompimento do véu de aparência dos fenômenos, e não propriamente alcançada pelo esforço de superação. A escola mahayana mais conhecida é o Zen, cujas características essenciais são a recusa violenta a intelectualizações e estratégias gradativas de caminho espiritual. Suas práticas fundamentais são o zazen (meditação contemplativa que visa colocar o praticante em contato direto com a realidade), o uso (na vertente Rinzai) do koans, na busca do satori (realização súbita da iluminação). O budismo Vajrayana (“veículo do diamante”), ou budismo tântrico, é uma extensão do Mahayana e se caracteriza pela adoção de certas técnicas e práticas próprias. Está presente no Tibete, Nepal, Butão, Mongólia e, com a diáspora provocada pela invasão do Tibete, tem seu centro em Dharamsala, norte da Índia, sede do governo no exílio, de onde o Dalai-Lama projeta sua presença no mundo. Por se caracterizar por um profundo esoterismo, o budismo Vaj-rayana é cheio de símbolos, imagens e práticas devocionais, além de ensinamentos secretos, passados direta e oralmente pelo mestre ao discípulo. Em contraste com o Zen, algumas de suas práticas são explicitamente voltadas para o exercício ou cultivo da compaixão como a metta bhavana, uma forma de meditação dirigida ao abandono de sentimentos de apego e aversão e o desenvolvimento da amorosidade ou da fraternidade. Com a difusão no Ocidente, o budismo tem dialogado com tradições filosóficas locais, resultando na construção de versões contemporâneas e ocidentais, como o budismo agnóstico defendido por Stephen Batchelor, que propõe uma descrição dos ensinamentos budistas de corte mais secular e existencialista que religioso. ESCOLAS PSICANALÍTICAS Os três maiores protagonistas no cenário psicanalítico pós-freudiano são Melanie Klein, Donald Winnicott e Jacques Lacan. Cada um desenvolveu o legado freudiano a seu modo, acrescentando contribuições originais na teoria e na clínica. Klein ampliou o alcance da psicanálise ao pesquisar a vida mental dos bebês e propor inovações no tratamento de crianças (como o uso da brincadeira como forma de atingir complexos inconscientes), e ao fundar a análise das relações objetais, centro de sua investigação teórico-clínica. Winnicott, que inicialmente se alinhava com Klein, aos poucos se desprendeu de sua influência e enfatizou a importância dos primórdios da vida psíquica infantil, uma fase na qual as relações de objeto ainda estão por se formar, decisiva no processo de amadurecimento pessoal. Essa etapa seria anterior às relações ditadas pela lógica pulsional, e seu motor não seria propriamente a sexualidade (uma tese, portanto, que o distingue de Freud), mas outra força econômica do psiquismo: a agressividade primária, mais próxima da vitalidade dos tecidos que das tramas conflitivas interpessoais, que só emergem posteriormente. Leitor e admirador de Charles Darwin, Winnicott construiu uma psicanálise de forte matiz naturalista, em que noções como as de desenvolvimento, maturação e psique-soma são centrais. Tanto na teoria como na prática, sua ênfase está na idéia de continuidade na vida psíquica, em que os traumas são situações nas quais essa continuidade é ameaçada. Sua obra tem sido alvo de interesse renovado nos últimos anos. Lacan voltou-se para a lingüística de Saussure e para a antropologia de Lévi-Strauss para produzir uma versão estruturalista da psicanálise, com um grande número de inovações teóricas (a tríade real, simbólico e imaginário; o objeto a; a noção de lalíngua etc.) e um remanejamento profundo do dispositivo clínico (o tempo lógico, a lógica do significante). Na perspectiva lacaniana, o que se põe como central na transformação da vida subjetiva é a descontinuidade, a precipitação, o salto – situações traumáticas podem ser constitutivas e não ameaçadoras. Recentemente vem sendo valorizada a última parte de sua obra, em que o estruturalismo e a importância concedida à linguagem cederam lugar a uma reflexão sobre o campo do pré-reflexivo ou do não-discursivo na vida subjetiva. Fonte: Revista Mente e Cérebro Benilton Bezerra Jr. é psiquiatra, psicanalista e professor do Instituto de Medicina Social da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).

sexta-feira, 9 de maio de 2014

SETE PENSAMENTOS QUE DIFEREM OS RICOS DOS DEMAIS


SÃO PAULO - Eles não têm apenas mais dinheiro que a maioria das pessoas. Os ricos realmente pensam de forma diferente dos demais e esse é um dos motivos pelos quais eles chegaram à riqueza, de acordo com o Business Insider.
“Eu trabalhei com ricos por mais de 30 anos e percebi que o jeito de pensar ajudou a ganhar e manter sua fortuna”, disse o especialista em finanças pessoais, Neal Frankle.
De acordo com Frankle, a boa notícia é que qualquer um pode aprender, seguir o “pensamento dos ricos” e turbinar as chances de se juntar a eles. Confira abaixo o que pessoas ricas pensam diferente das demais:
1. Ricos admitem que não sabem de tudo
Eles são bons no quesito ganhar dinheiro, mas nem por isso eles têm o poder de estarem sempre certos. Como resultado, os ricos estão sempre à procura de novas e melhores maneiras de agir e de pensar e estão dispostos a considerar novas ideias. “Quanto eles estão errados, geralmente não rebatem ou levam pro pessoal”, acrescenta Frankle.
2. Fazem as perguntas certas
Não precisa ser um gênio para fazer as perguntas certas, basta não ser preguiçoso. “Isso porque é preciso pensar bem para obter todas as respostas de perguntas que você precisa fazer para entender uma determinada situação.”
Os ricos também definem bem perguntas em relação à vida pessoal e profissional, como “o que realmente eu quero?’, “porque eu quero isso?” e “o que acontece se eu fizer isso”, entre outras.
3. Têm disposição para trabalhar
A maioria dos ricos está disposta a superar os obstáculos para alcançar seus objetivos.
4. Têm paciência e determinação
Metas dignas têm seu tempo para serem alcançadas. Os ricos entendem isso e permanecem no caminho, enquanto outras pessoas ficam frustradas quando não obtêm resultados a curto prazo e desistem de seguir em frente. Em resumo, eles sabem persistir para realizar seus sonhos.
5. Têm auto-crítica
Uma pessoa bem-sucedida se pergunta sobre suas ações e se cobra para sempre melhorá-las. Se ela acha que está indo para o caminho errado, ela corrige o curso. Já pessoas menos eficazes raramente se auto-avaliam. Como resultado, elas são mais improdutivas.
6. Não criticam os outros
Pessoas pequenas não deixam passar a chance de criticar. Elas simplesmente adoram encontrar falhas e defeitos em outras pessoas. “Claro que existem pessoas com dinheiro que são até piores do que isso. Mas muitos ricos, que fizeram suas próprias fortunas, fazem exatamente o oposto."
Eles aproveitam as chances para elogiar os outros e trabalham duro para suavizar os defeitos alheios. “Isso fortalece as alianças e contatos, constrói equipes e motiva todos a sua volta. Todo mundo ganha.”
7. Dão prioridade ao próximo
Um estudo feito com centenas de americanos ricos revelou que quase sem exceção, todos se concentravam em ajudar os outros a conseguirem o que querem. “Foi esse foco fanático no cliente que fez desses homens e mulheres pessoas de sucesso.”
“Se você está buscando uma palavra pra resumir como os ricos pensam, ela é humildade”, disse. “Quem é verdadeiramente rico e humilde se faz perguntas, admite erros e os tenta corrigi-los, é prestativo e sabe valorizar outras pessoas”, conclui o especialista.

sábado, 3 de maio de 2014

IMAGENS QUE VALEM MAIS QUE MIL PALAVRAS


Existe uma expressão bem conhecida que diz "uma imagem vale mais que mil palavras." Há uma razão para esta palavra ser tão popular, e há coisas que não podem serem descritas em palavras.Explicar o que sentimos é uma forma de transmitir uma mensagem. Outra maneira é mostrar que é visualmente, e isso pode até ser mais eficaz e mais poderoso do que a anterior.
Aqui estão algumas fotos de um casal de idosos. É quase a mesma foto no mesmo lugar, mas o que muda é o tempo. As fotos foram tiradas durante várias temporadas. O resultado é que sem o uso de uma palavra, as imagens contam uma história de amor inabalável. Imagens com cargas de emoções, com pequenas diferenças de cada temporada.Sentimentos de alegria, esperança, medo e até mesmo vazio; todos os presentes com a passagem inexorável do tempo. Sem dúvida, esta é uma mensagem de força e empenho contada com exclusividade. Certamente toda a série, você também se comoverá  com esta mensagem inspiradora.
Este é realmente um lindo casal. Vivendo juntos e continuando a sorrir em cada dia
1
 O cenário das fotos é sempre o quintal de sua própria casa, rodeado por flores e legumes :)
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 Esta é verdadeiramente uma forma única para observar a passagem do tempo e seus efeitos.
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 Nas fotos você pode ver as pequenas e grandes diferenças emergentes ao redor.
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 As mudanças na paisagem, flores, secas e continuando a renascer.
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 Os edifícios que parecem nunca mudar, também tem pequenas diferenças.
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 Mas as diferenças entre os rostos e expressões destes agradáveis idosos é mais impressionante.
7
 Essa vontade já tive! Veja que tirar fotos na chuva é admirável ...
8
Isso mostra que eles são trabalhadores duros e desfrutam de cuidar de seu jardim. Os joelhos cheios de terra nos dizem quem são os responsáveis por manter tudo.: Wink:
9
 Um verdadeiro testamento de amor incondicional e compromisso junto.
10
 O jardim é seco, mas há sempre a esperança de uma nova primavera.
11
Embora nem todos possam vê-lo .. e vamos pegar a estrada. A mensagem mais importante é que o amor sobrevive a qualquer adversidade, mesmo na distância e perda.
12
Speechless. No final, não há palavras para expressar o que este homem se sentiu na última foto. Na vida existem todos os tipos de amor: casais, pais, irmãos, amigos ... são aqueles que partilham a vida e todas as estações ao seu redor; a partir da primavera refrescante para invernos rigorosos. Compartilhe esta história com aqueles que prometem amar até a morte e além.
Atualização: Estas imagens podem ser um fotógrafo chamado Ken Griffiths, publicado originalmente na revista do The Sunday Times, em 1973, e vários outros detalhes da história estão sendo verificadas ..


Fonte: viralnova.com

quarta-feira, 16 de abril de 2014

30 COISAS QUE VOCÊ DEVE PARAR DE FAZER A SI MESMO

 A #10 é uma necessidade para AGORA.

Marc e Angel são dois escritores que mantém um blog de mesmo nome (Marc and Angel Hack Life, em inglês). Por lá você encontra dicas para uma vida mais produtiva, mais saudável. Uma vida melhor.
Já faz um tempo que eu acompanho o trabalho deles, mas só agora decidi compartilhar com vocês um dos textos mais incríveis que li por lá. A lista de 30 coisas que você deve parar de fazer a si mesmo. Tradução feita pelo site LifeBuzz.com.

1. Pare de perder tempo com as pessoas erradas

A vida é muito curta para perder tempo com pessoas que sugam a sua alegria para fora de você. Se alguém quer você em sua vida, eles vão criar espaço para você. Você não deveria ter que lutar por um lugar. Nunca, jamais insista em aparecer diante de alguém que subestima o seu valor. E lembre-se, seus verdadeiros amigos não são as pessoas que estão ao seu lado quando você está vivendo seus melhores dias, mas sim aqueles que permanecem mesmo nos piores momentos.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (2)

2. Pare de fugir dos seus problemas

Encare-os de frente. Não, não vai ser fácil. Não há ninguém no mundo capaz de sair ileso de cada pancada que leve. Não é esperado que estejamos aptos a imediatamente resolver quaisquer problemas. Simplesmente não somos feitos desta forma. Na verdade, somos feitos para nos irritarmos, nos entristecermos, nos machucarmos, tropeçarmos e cairmos. E é por isto ser a razão mesma de viver – encarar problemas, aprender, se adaptar, e resolvê-los ao longo do tempo. Isso é o que efetivamente nos molda na pessoa que nos tornamos.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (3)

3. Pare de mentir para si mesmo

Você pode mentir para qualquer outra pessoa no mundo, mas você não consegue mentir para si mesmo. Nossas vidas melhoram apenas quando arriscamos encarar as oportunidades, e a primeira e mais dificil oportunidade que podemos encarar é sermos honestos conosco mesmos.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (4)

4. Pare de colocar as suas necessidades em segundo plano

A coisa mais dolorosa é perder-se de si mesmo no processo de “amar” alguém demais, e esquecer de que você é especial, também. Sim, ajude aos outros; Mas ajude-se também. Se existe um momento para correr atrás de sua paixão e fazer algo que realmente importa para você mesmo,este momento é agora.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (5)

5. Pare de tentar ser alguém que você não é

Um dos maiores desafios na vida é ser você mesmo em um mundo que tenta fazê-lo igual a todos os outros. Alguém sempre vai ser mais bonito, alguém sempre será mais esperto, alguém sempre será mais jovem, mas eles jamais serão você. Não mude para que os outros passem a gostar de você. Seja você mesmo e as pessoas certas vão amar quem você é de verdade.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (6)

6. Pare de se apegar ao passado

Você não pode iniciar o próximo capítulo da sua vida se você continua relendo o anterior.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (7)

7. Pare de ter medo de cometer erros

Fazer algo e falhar é ao menos dez vezes mais produtivo do que não fazer nada. Todo sucesso deixa uma trilha de falhas atrás de si, e cada falha é um passo rumo ao sucesso. Você acaba se arrependendo muito mais das coisas que NÃO fez, do que daquelas que fez.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (8)

8. Pare de se reprender por velhos tropeços

Nós podemos amar a pessoa errada e chorar sobre as coisas erradas, mas não importa o quão erradas as coisas se tornem, uma coisa é certa, os enganos nos ajudam encontrar a pessoa e as coisas que são certas para nós. Todos cometemos enganos, temos tropeços e mesmo nos arrependemos das coisas em nosso passado. Mas você não é seus enganos, nem seus tropeços, e você está aqui AGORA com o poder de definir o seu dia e o seu futuro. Toda e cada coisa que aconteceu na sua vida está te preparando para um momento que ainda virá.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (9)

9. Pare de tentar comprar felicidade

Muitas das coisas que desejamos são caras. Mas a verdade é que, as coisas que realmente nos satisfazem, são totalmente grátis – amor, risadas e trabalhar naquilo que nos apaixona.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (10)

10. Pare de procurar a felicidade exclusivamente nos outros

Se você não está feliz com quem você é por dentro, você tampouco será feliz em um relacionamento de longo prazo com quem quer que seja. Você precisa criar estabilidade na própria vida em primeiro lugar, antes que possa compartilhá-la com mais alguém.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (11)

11. Pare de ficar ocioso

Não pense demais ou você criará um problema que nem existia, para começar. Avalie as situações e tome ações decisivas. Você não pode mudar o que se recusa a encarar. Progredir envolve assumir riscos. Ponto! Vocẽ não pode andar até a segunda base e manter o seu pé ainda na primeira.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (12)

12. Pare de pensar que você não está pronto

Ninguém realmente se sente 100% pronto quando uma oportunidade aparece. E isto acontece porque as mais grandiosas oportunidades na vida nos forçam a crescer além das nossas zonas de conforto, o que significa que não estaremos totalmente confortáveis, no início.

Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (13)

13. Pare de se envolver em relacionamentos pelas razões erradas

Relacionamentos devem ser escolhidos com sabedoria. É melhor estar só do que em má companhia. Não há necessidade de pressa. Se alguma coisa deve ser, ela acontecerá – no seu tempo certo, com a pessoa certa e pela melhor das razões. Se apaixone quando estiver pronto, não quando estiver solitário.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (14)

14. Pare de rejeitar novas relações por que as antigas não funcionaram

Na vida você perceberá que existe um propósito em conhecer cada pessoa que você conhece. Alguns testarão você, outros te usarão, e outros te ensinarão. Mas, o que é mais importante, alguns despertarão o que há de melhor em você.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (15)

15. Pare de tentar competir com todo mundo

Não se preocupe com o que os outros fazem melhor do que você. Concentre-se em bater os seus próprios recordes todos os dias. O sucesso é uma batalha travada apenas entre VOCÊ e VOCÊ MESMO.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (16)

16. Pare de ter inveja dos outros

A inveja é a arte de contar as bençãos alheias, ao invés das próprias. Se pergunte o seguinte: “O que é que eu tenho que todas as outras pessoas desejam?”
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (17)

17. Pare de reclamar e sentir pena de si mesmo

As “bolas com efeito” da vida são jogadas por um motivo – para mudar o seu caminho numa direção que se destina a você. Você pode não ver ou entender tudo no momento em que isto acontece, e pode ser difícil. Mas pense naquelas “bolas curvas” negativas que foram jogadas para você no passado. Você frequentemente perceberá que no final elas te levaram a melhores lugares, pessoas, estados de espírito, ou situações. Então sorria! Deixe todos saberem que hoje você é mais forte do que era ontem, e então você será.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (18)

18. Pare de guardar rancor

Não viva a sua vida com ódio no coração. Você acabará machucando a si próprio muito mais do que as pessoas que você odeia. Perdoar não é dizer “o que você fez de errado comigo não tem importância”, é dizer “eu não vou permitir que o que você fez comigo seja a ruína eterna da minha felicidade”. Perdoar é a resposta… desapegue, encontre paz e liberte-se! E lembre-se, o perdão não é apenas para as outras pessoas, é para si mesmo também. E você deve perdoar-se, seguir em frente e tentar fazer melhor na próxima vez.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (19)

19. Pare de deixar os outros te rebaixarem ao nível deles

Recuse-se em baixar os seus padrões de qualidade para acomodar aqueles que se recusam a elevar os deles.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (20)

20. Pare de perder tempo se explicando aos outros

De toda forma, seus amigos não precisam e seus inimigos não vão acreditar. Apenas faça o que seu coração aponta como o caminho certo.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (21)

21. Pare de fazer as mesmas coisas de novo e de novo sem uma pausa

A hora certa de respirar profundamente é quando você não tem tempo pra isso. Se você continuar insistindo no que está fazendo, você vai continuar obtendo o mesmo resultado. Às vezes, você precisa se distanciar um pouco para ver as coisas mais claramente.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (22)

22. Pare de negligenciar a beleza dos pequenos momentos

Aproveite as pequenas coisas, pois um dia você pode olhar para trás e descobrir que elas eram as grandes coisas. A melhor porção da sua vida será composta dos pequenos e inomináveis momentos que você passa sorrindo junto de alguém importante pra você.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (23)

23. Pare de tentar alcançar a perfeição

O mundo real não recompensa o perfeccionismo, ele recompensa as pessoas que conseguem fazer as coisas.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (24)

24. Pare de seguir o caminho do menor esforço

A vida não é fácil, especialmente quando você planeja alcançar algo de valor. Não pegue o caminho mais fácil. Faça algo extraordinário.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (25)

25. Pare de agir como se tudo estivesse bem, quando não está

É perfeitamente normal desmoronar por um breve período. Você nem sempre precisa fingir que é o mais forte, nem constantemente tentar provar que tudo está indo bem. Você tampouco deveria se preocupar com o que os outros pensam – chore se precisar – é saudável colocar suas lágrimas para fora. Quanto mais cedo você o fizer, mais cedo você estará apto a sorrir genuinamente de novo.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (26)

26. Pare de culpar os outros pelos seus próprios problemas

A dimensão com que você conseguirá realizar seus sonhos depende da dimensão com que você assume responsabilidade pela própria vida. Quando você culpa os outros pelo que você está passando, você nega responsabilidade – você dá aos outros poder sobre aquela parte da sua vida.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (27)

27. Pare de tentar ser tudo para todos

Alcançar isto é impossível, e tentar apenas te levará ao esgotamento. Mas fazer uma pessoa sorrir PODE mudar o mundo. Talvez não todo o mundo, mas o mundo dela. Então estreite o seu foco.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (28)

28. Pare de se preocupar demais

A preocupação não removerá os obstáculos do amanhã, mas removerá as delícias do dia de hoje. Um modo de verificar se algo vale o esforço de super ponderar a respeito é se fazer a seguinte pergunta: “Isso importará daqui a um ano? Três anos? Cinco anos?”. Se não, então não é nada que valha o esforço de preocupar-se.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (29)

29. Pare de focar naquilo que você não quer que aconteça

Foque naquilo que você quer que aconteça. Pensamento positivo está na dianteira de todo grande história de sucesso. Se você acordar toda manhã com o pensamento de que algo maravilhoso acontecerá na sua vida hoje, e você prestar muita atenção, você com frequência descobriá que tem razão.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (30)

30. Pare de ser ingrato

Não importa o quão bom ou o quão ruins as coisas estejam, acorde todo dia grato pela sua vida. Alguém em algum lugar está desesperadamente lutando pela própria vida. Ao invés de pensar naquilo que falta, tente pensar em tudo aquilo que você já tem e que quase todo mundo sente falta.
Coisas que você deve parar de fazer a si mesmo (31)
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